Visão turva constante pode ser sinais de problemas de saúde

 A visão turva é um dos problemas oculares mais comuns, mas será que se trata de um sintoma inofensivo ou é motivo para alarme?
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Casos mais graves de visão turva sucedem-se como consequência de acidentes vasculares cerebrais

Experienciar períodos de visão desfocada pode acontecer por inúmeras razões, algumas delas graves e outras nem tanto.

É natural que os episódios de visão mais turva ocorram sobretudo como uma consequência natural do processo de envelhecimento.

Mais ainda, condições relativamente inofensivas como cansaço extremo, dormir pouco ou o olho seco (xeroftalmia), sobretudo para quem utiliza lentes de contato, podem provocar essa sensação.

Mas é preciso ter cuidado.

Potenciais causas para a visão turva

Sintomas que indicam o aparecimento de cataratas frequentemente aparecem através da visão turva, sobretudo durante a noite.

A ocorrência de glaucoma, que leva à perda de visão, também tende a se manifestar inicialmente com dores e visão enevoada.

Além disso, a incidência de retinopatia provocada pela diabetes leva geralmente a episódios de visão turva, devido ao inchaço ou sangramento da retina – trata-se de uma condição séria que pode provocar cegueira, caso não seja tratada.

A patologia conhecida por degeneração macular, que resulta na perda de neurônios que detectam a luz e que se situam na parte detrás do olho, pode também propiciar a episódios de visão nublada.

Casos mais graves de visão turva sucedem-se como consequência de acidentes vasculares cerebrais, hipertensão, tumores cerebrais, artrite ou problemas da tiroide.

Está continuamente a esfregar os olhos e a visão enevoada permanece? Procure um médico especialista.

 

 

Fonte: Notícias ao Minuto

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Nova Diretoria do ADURN-Sindicato toma posse no próximo dia 21 de junho

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Com o objetivo de avançar na consolidação de um processo que tem tornado o ADURN-Sindicato uma entidade cada vez mais forte e reconhecida em todas as instâncias da comunidade universitária e da sociedade, a nova Diretoria do sindicato para o triênio 2018-2021 toma posse no próximo dia 21 de junho. A cerimônia acontece a partir das 18h, no auditório do Centro de Educação, Campus Central da UFRN.

O evento marca a entrada de uma nova geração de dirigentes na entidade. Apesar dos professores Wellington Duarte e Gilka Pimentel permanecerem na presidência e vice-presidência, respectivamente, mais da metade dos nomes que compõem a nova diretoria são de professores que nunca estiveram à frente do sindicato.

“A nossa responsabilidade é de dar continuidade ao trabalho que tem sido desenvolvido e ao mesmo tempo ampliar a nossa capacidade de diálogo, entendendo que a participação do sindicato compreende um conjunto das propostas e possibilidades, seja no plano cultural, seja no plano da ampliação de benefícios e dos serviços prestados, seja pela nossa capacidade de uma permanente mobilização”, afirmou Alex Reinecke, diretor de assuntos dos Campi eleito.

Confira abaixo o edital de convocação para a assembleia de posse, publicado no dia 14 de junho, no jornal Tribuna do Norte:

 

ADURN – SINDICATO

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O Presidente do ADURN-Sindicato, pelo presente edital e de acordo com o Artigo 51, inciso VI e Artigo 33, §4° do Estatuto do Sindicato dos Docentes de Universidades Federais com base territorial em Natal, Caicó, Currais Novos, Macaíba, Santa Cruz, Macau e Nova Cruz, do Estado do Rio Grande do Norte, ADURN-Sindicato, ficam convocados todos os docentes sindicalizados da Entidade, a participar da 11ª Assembleia Geral Ordinária do ADURN-Sindicato, a realizar-se no dia 21 de junho de 2018, no auditório do Centro de Educação da UFRN, obedecendo ao seguinte horário e quórum para sua instalação: I) Em primeira convocação às 18h (dezoito horas), com a presença de no mínimo 20% dos atuais 2528 (dois mil, quinhentos e vinte e oito) sindicalizados, e em segunda convocação às 18h30 (dezoito horas e trinta minutos) com a presença de no mínimo 2% dos sindicalizados, com a seguinte ordem do dia:

 

  1. Apresentação do parecer do Conselho Fiscal sobre as contas do ADURN-Sindicato, gestão 2017.
  2. Posse da nova Diretoria, gestão 2018/2021.

 

Natal, 14 de junho de 2018.

Francisco Wellington Duarte

Presidente do ADURN-Sindicato

 

Fonte: Adurn-Sindicato

Correios e Itep/RN firmam parceria para emissão de carteiras de identidade

Os Correios e o Instituto Técnico-científico de Perícia do Rio Grande do Norte – ITEP/RN assinaram nessa segunda-feira (18) termo de cooperação para o desenvolvimento do Projeto Piloto para a emissão de carteira de identidade nas agências do Estado.

A parceria possibilitará ampla oferta de atendimento aos cidadãos, tornando as agências dos Correios um importante canal de referência, promovendo facilidade de acesso e economia de tempo.

“Nenhuma outra empresa tem a nossa capilaridade. Estamos presentes em todos os 5.570 municípios do país. Usar as agências dos Correios como balcão de atendimento, tanto dos governos estaduais quanto do federal, democratizará o acesso da população a serviços públicos básicos, como, por exemplo, emissão de documentos”, destacou o presidente dos Correios, Carlos Roberto Fortner, na cerimônia que marcou a assinatura do acordo.

De acordo com o diretor geral do ITEP, Marcos Brandão, o órgão conta atualmente com cerca de 20 postos no RN para o atendimento à população. “A parceria com os Correios irá permitir aumentar os canais de atendimento, diminuindo, assim, as filas para a obtenção do documento tanto em primeira quanto em segunda via”, ressaltou.

“Há uma demanda reprimida para emissão de carteiras de identidade no Estado e nós resolveremos esse problema com o apoio dos Correios”, afirmou o governador do RN, Robinson Faria, durante a solenidade.

O serviço consiste na obtenção dos dados necessários à emissão do RG e envolve digitalização de documentos, captura de imagem, coleta de impressões digitais e assinatura, além da integração do sistema dos Correios ao do ITEP.

A previsão é de que o piloto, que durará 60 dias, tenha início na primeira quinzena de julho, na agência central de Natal, no bairro da Ribeira. Com base na expertise obtida com esse piloto, os Correios pretendem expandir a solução para outros municípios do Rio Grande do Norte e também para outros estados brasileiros.

Fonte: Agora RN

O Eterno Galvão

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Philipp Lichterbeck

Quando a Seleção entrar em campo para a sua primeira partida no Mundial da Rússia, neste domingo, um homem estará lá mais uma vez: Galvão Bueno. Como acontece em toda Copa do Mundo – há 35 anos!

Com timbre sonoro de voz, ele vai narrar a partida e gritar “Olha o gol” de vez em quando. Ele vai celebrar o seu queridinho, Neymar, o garoto-propaganda mais caro do Brasil. Mas Galvão não vai contribuir essencialmente para a compreensão do jogo.

Após o apito final, o jornalista de 67 anos ficará de pé na cabine de imprensa da TV Globo, acompanhado por dois comentaristas e um ex-jogador. Como sempre, será um evento tenso protagonizado por senhores idosos de terno, gravata e poses idênticas e cujas análises não vão muito além de “o jogo foi bom ou ruim”. Dezenas de vezes, repete-se o que o público já viu. A falta de conteúdo é dissimulada com piadinhas e frases melodramáticas como “Tite nos resgatou o orgulho de ser brasileiro”.

 

A estética da emissão lembra o fim dos anos 1980, início dos anos 1990. Como esse, de qualquer maneira, muitos programas da televisão brasileira parecem como se o mundo tivesse parado há 30 anos. O melhor exemplo ao lado de Galvão é o sexista Domingão do Faustão.

Por isso, entendo que muitos brasileiros estejam fartos desse tipo de cobertura. Querem um refresco. Um rosto novo, uma voz nova. Um (ou uma) repórter que saiba ler uma partida de futebol, que seja original e crítico/a.

Mas a esperança é inútil. Galvão Bueno é o resultado de uma concentração extrema de meios de comunicação, além de um Brasil refratário a tudo o que é novo e progressivo. É que Galvão ainda narra futebol por só uma única razão: ele não precisa temer a concorrência. Até perder um gol da Seleção não tem consequências para ele. Ele está lá porque sempre esteve.

Essa monopolização de discurso pode ser encontrada com frequência nos meios de comunicação brasileiros. São sempre as mesmas figuras conservadoras que querem explicar o mundo ao público, seja na televisão, no rádio ou nos jornais: Carlos Alberto Sardenberg, Merval Pereira, Miriam Leitão, Ricardo Boechat, Reinaldo Azevedo, Ricardo Noblat. Vozes jovens têm pouca chance. Se não houvesse a internet, deveria-se falar de uma oligarquia da informação.

A concentração de poder nas mãos de poucos também é característica da política brasileira, onde, há décadas, os mesmos senhores se refestelam nos mais diferentes postos. Alguns políticos aproveitam para abrigar a família inteira na profissão, clãs familiares e círculos de amigos dominam Estados inteiros. E, naturalmente, fazem de tudo para manter o poder. Por isso, é claro que novatos ficam desencorajados ou têm dificuldade extrema de conquistar espaço.

Quando uma figura independente consegue a proeza de conquistar uma posição de destaque na política, pode acabar como Marielle Franco, assassinada há exatos três meses e cuja morte ainda não foi esclarecida. O prognóstico não é exagerado. Dois exemplos: a jovem vereadora Talíria Petrone (Psol), de Niterói, já foi alvo de ameaças de morte: “Merece uma 9 mm na nuca.”

E, na Rocinha, recentemente um policial de UPP falou em plena rua para uma amiga minha de 24 anos que luta pelos direitos de jovens negros na área: “Você é gostosa demais pra virar outra Marielle”.

São exemplos extremos, mas ilustram como é impedido o progresso no Brasil. Enquanto outras sociedades promovem jovens talentos, os já privilegiados desse país se agarram a seus postos até caírem. Políticos e muitos jornalistas consagrados se acham insubstituíveis e atuam como se fossem semideuses. Por não terem concorrência, assentaram na mediocridade e ficam se repetindo dia após dia. Ideias novas e originais? Que nada.

Assim, os brasileiros terão que suportar o eterno Galvão Bueno durante mais essa Copa. É o preço que o país paga por sua meritocracia – que não estimula novos talentos nem contribui para a diversidade. Ao contrário, apenas protege um establishment que mantém o Brasil preso no seu próprio passado.

Fonte : Deutsche Welle

Na Trilha da Democracia destaca papel da Petrobras no desenvolvimento do Brasil

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Desde 2016 na contramão das estratégias globais do setor, a Petrobras será tema da 9ª edição do projeto Na Trilha da Democracia. Especialistas na área, os pesquisadores William Nozaki e Rodrigo Leão farão o debate sobre o papel estratégico da Petrobras no desenvolvimento socioeconômico do Brasil e na e geopolítica mundial.

O evento, marcado para o próximo dia 14 de junho, às 19h, no auditório da Biblioteca Central Zilla Mamede, campus central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é uma realização do ADURN-Sindicato, Sindipetro/RN e Frente Brasil Popular com apoio da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

A expectativa é de que a iniciativa promova a discussão sobre como o redirecionamento da estratégia de diversificação das fontes energéticas, bem como de desenvolvimento tecnológico para exploração do petróleo, a partir do governo Temer e a gestão de Pedro Parente, alterou a visão do papel da Petrobras tanto na economia brasileira quanto na sua inserção global no setor de petróleo, dando lugar a uma visão curto prazo e subalterna na disputa geopolítica.

Em discussão, a adoção de uma política de transferências de ativos da Petrobras para empresas concorrentes do setor. Um indicador que materializa essa mudança de visão são os investimentos. Segundo informou a Petrobras no seu último Plano de Gestão e Negócios, a meta de desinvestimentos para o biênio 2017-2018 foi de 21 bilhões de dólares.

O evento é gratuito e aberto ao público.

William Nozaki

Bacharel em ciências sociais (FFLCH-USP), mestre e doutorando em Desenvolvimento Econômico (IE-UNICAMP); foi pesquisador-bolsista do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas do governo federal (IPEA), nas áreas de economia internacional e economia social, foi coordenador da área de políticas para o direito à cidade na Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP).

Atualmente é professor de ciência política e economia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), onde também dirige a Cátedra Celso Furtado, é coordenador do curso internacional Estado, governo e políticas públicas da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO) e compõe a diretoria técnica do Instituto de Estudos Estratégicos em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (INEEP).

Suas áreas de pesquisa são: Estado e desenvolvimento; classes sociais e grupos de interesse; política e economia.

Rodrigo Pimentel Ferreira Leão

Possui graduação em economia (2006) pelas Faculdades de Campinas e mestrado (2010) em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Foi pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos (DIEESE). Foi Gerente Executivo de planejamento (2015-2016) da Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) e membro do Conselho de Administração da Romi (2016-2017). Atualmente é pesquisador-visitante da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tem experiência nos temas de economia internacional, cadeias produtivas, mercado de trabalho e setor de petróleo e gás.

 

Fonte: Adurn-Sindicato

Saque do PIS/Pasep é liberado para todas as idades. Veja quem pode sacar

 Pelos dados do Ministério do Planejamento, 16 bilhões de reais estão em contas de pessoas com menos de 60 anos

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Prazo para o saque termina no dia 28 de setembro

O governo liberou saques do PIS/Pasep para todos os brasileiros que trabalharam entre 1971 e 1988. Até agora, apenas quem era aposentado, era portador de doença grave ou tinha mais de 60 anos podia sacar o dinheiro.

Haverá uma data limite para quem tem menos de 60 anos sacar o dinheiro: o prazo vai até o dia 28 de setembro deste ano.

Pelos dados do Ministério do Planejamento, 16 bilhões de reais estão em contas de pessoas com menos de 60 anos, Outros 18 bilhões de reais estão ainda nas contas de trabalhadores com mais de 60, que não têm prazo limite para saque.

“São contas que estão sem movimentação já há 30 anos, só com a correção, e que tinham condições de saque muito restritivas”, explicou o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Gleisson Rubin.

 

 

Fonte: Exame

Temer entrega pré-sal na farra das petroleiras internacionais

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Foto: Arquivo

 

Shell, ExxonMobil, Chevron, BP Energy, Petrogal, Statoil (estatal norueguesa) foram as vencedoras da 4ª rodada de licitação do pré-sal, que aconteceu nesta manhã (7) no Rio de Janeiro -quarto bloco será leiloado a seguir; Governo Temer prossegue liquidação do patrimônio nacional a preço de banana. O leilão envolve quatro áreas nas bacias de Campos e Santos. O Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo (Sindipetro-ES) tentou sem sucesso impedir o leilão com uma ação na Justiça, demonstrando como o valor mínimo de R$ 3,2 bilhões pelas áreas em oferta está muito aquém do potencial a ser explorado nas áreas ofertadas. Na abertura do leilão, foi anunciado que o governo já organizou a entrega de outras áreas às petroleiras internacionais em 2019, 2020 e 2021.

Um dos momentos mais constrangedores do leilão foi o discurso do o ministro das Minas e Energia, Moreira Franco, um dos braços direitos de Temer, seguidamente acusado de corrupção. A última denúncia veio à luz nesta manhã: o “gato angorá”, como Moreira Franco é conhecido, foi acusado pelo empreiteiro José Antunes Sobrinho, dono da Engevix, em depoimento à PF, de ter exigido propina para garantir os os negócios da construtora no setor de aviação civil quando Moreira Franco chefiava a pasta da Aviação Civil (aqui).

As áreas arrematadas foram:

Uirapuru (Santos): consórcio vencedor ExxonMobil, Petrogal, Statoil (estatal norueguesa) 

Três Marias (Santos): consórcio vencedor Chevron e Shell

Itaimbezinho (Campos): consórcio vencedor (ainda em leilão)

Dois Irmãos (Campos): consórcio vencedor Statoil e BPN Energy

16 empresas estavam habilitadas a participar do leilão. Entre elas estão as maiores do setor de petróleo e gás no mundo, sendo duas brasileiras. Das habilitadas, apenas duas (DEA Deutsche Erdoel AG e Petronas Carigali SDN BHD) não têm contratos para exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil.

Sindicatos vinculados à Federação Única dos Petroleiros – FUP realizam, hoje (7), uma série de atos contrários ao leilão nesta quinta-feira nas bases da Petrobras em várias regiões. Há atos convocados para Salvador (BA), Vitória (ES) e Rio de Janeiro, em frente ao hotel onde será realizada a licitação.

 Fonte: Brasil 247

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