Archive | abril 2017

“Demarcação Já!”, uma homenagem de mais de 25 artistas aos povos indígenas do Brasil.

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Cerrocoraense Moacir Soares avalia reforma trabalhista nos “Grandes Temas” da TVU

 

O sindicalista cerrocoraense Moacir Soares é o entrevistado desta noite de segunda-feira (24) no programa “Grandes Temas”, da TV Universitária, vinculada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O programa começa às 20:30 e Soares fará uma análise da reforma trabalhista em curso no Congresso Nacional do ponto do vista dos trabalhadores, representando a Central Sindical CTB.

Fonte:  Cerrocoranews

Audiência Pública sobre a Reforma da Previdência em Macaíba/RN

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Na manhã desta segunda-feira (17), à Câmara Municipal de Macaíba, realizou audiência pública, no Pax Club, sobre a reforma da Previdência, proposta pelo vereador Emídio Júnior (PR).

A audiência que discutiu o impacto que causará aos trabalhadores, caso seja aprovada a PEC 287/2016 da reforma da Previdência, contou com a presença da senadora Fátima Bezerra (PT) e da deputada federal Zenaide Maia (PR).

Participaram também: representantes do Sindicato dos Servidores Públicos de Macaíba (SINSEMAC), do SINTE-MACAÍBA, Moacir Soares da CTB/RN, o vice-prefeito Auri Simplício, o vice-presidente da Fecomércio RN, Luiz Lacerda, secretários municipais e representantes da sociedade civil.

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Fonte: O Senadinho

Dirigentes estaduais realizam visita na nova sede da CTB Nacional

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Nesta terça-feira (11), funcionários e dirigentes estaduais do campo e da cidade da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que participaram da 17ª Reunião da Direção, em São Paulo, conheceram a nova sede da organização localizada no bairro Perdizes, zona oeste da cidade.

Resolução política da 17ª Reunião da Direção Nacional da CTB

Na oportunidade, o presidente da CTB, Adilson Araújo, enalteceu a aquisição do novo espaço que comportará a direção nacional da central nos próximos anos. “Nestes 10 anos de lutas e conquistas da nossa central chegou o momento de termos nossa sede própria”, destacou Araújo.

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A nova sede está sendo reformada para atender às necessidades da entidade sindical que deverá realizar a mudança ainda no primeiro semestre deste ano.

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17ª Reunião da Direção da CTB: “É hora de associar as lutas para fazer o enfrentamento”

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A complexidade da atual conjuntura nacional e os desafios impostos à classe trabalhadora nesse cenário de crise econômica e política deram a tônica ao debate da 17ª reunião da Direção Nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), na manhã desta segunda-feira (10), em São Paulo.

Dezenas de dirigentes das seções estaduais da CTB participam, até a terça-feira (11), da reunião que deve organizar a greve geral do dia 28 de abril; e os preparativos para o 4º Congresso Nacional da Central, que acontece no mês de agosto, em Salvador.

A mesa de abertura, composta pelo presidente Adilson Araújo; o secretário-geral Wagner Gomes; Celina Arêas, secretária de Formação nacional; Lenir Fanton, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB-RS; e Vicente Selistre, vice-presidente e representante do Partido Socialista do Brasil (PSB); contou com a presença do deputado federal Orlando Silva (PCdoB), recém-empossado presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados.

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Ao abrir o encontro, Adilson Araújo pintou um retrato dramático da situação do país, que classificou como “um golpe do capital contra o trabalho”. Para ele, neste momento é fundamental manter o diálogo com a sociedade para romper com essa barreira neoliberal rumo à retomada do crescimento e geração de emprego.

De acordo com o sindicalista será necessário multiplicar esforços para barrar as medidas repressivas encaminhadas pelo governo Temer. “A retomada do crescimento tem ficado a cada dia mais difícil. E, diante da necessidade de romper com essa agenda repressiva, se torna imprescindível o crescimento da nossa luta. Nosso empenho deve ser multiplicado”, alertou Araújo ao convocar: “Nesse sentido, o dia 28 promete ser histórico. Nossa mobilização terá um impacto muito grande nesse cenário de incertezas política e econômica. Vamos impor pressão para conseguir vencer esse pacote de maldades do governo Temer”, garantiu.

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Orlando Silva fez uma exposição das ameaças que tramitam no Congresso e o desafio em barrar projetos que retiram direitos da classe trabalhadora e o papel das forças de esquerda na atual conjuntura.

Durante sua fala, o deputado federal destacou “a complexidade em um cenário de recessão e os retrocessos liderados por Temer que enterram qualquer horizonte de retomada da economia no país”.

Para ele, ainda que o cenário seja adverso, a luta e a resistência serão fundamentais para barrar as movimentações do governo. “E o dia 28 de abril é estratégico para impulsionar uma mudança na correlação de forças”.

Opinião compartilhada por Vicente Selistre, ao frisar que “há uma grande orquestração das forças neoliberais para revogar todos os direitos conquistados ao longo das décadas”.

Para Selistre, o único caminho possível a se trilhar diante da crise política que se instalou é a resistência. “É a oportunidade de criar e ampliar a resistência de todas as frentes e construir um novo caminho para 2018 barrando essa ofensiva brutal que presenciamos hoje”, analisou ao completar: “Esse será o grande desafio para CTB, defensora da unidade”.

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Cinthia Ribas – Portal CTB

Resolução política da 17ª Reunião da Direção Nacional da CTB

17-reuniao-direcao-nacional-ctb-2017-04-11Terminou, nesta terça-feira (11), a 17ª Reunião da Direção Nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), realizada desde a última segunda na capital paulista.

No fim do encontro, aprovou-se por unanimidade uma moção em solidariedade ao Deputado Estadual Carlos Bordalo (PT/PA), que vem sendo ameaçado de morte, em virtude de seu trabalho na presidência da Comissão de Direitos Humanos, na Assembleia Legislativa do Pará. (acesse aqui).

Leia abaixo a íntegra da resolução política aprovada:

Parar o Brasil e barrar o retrocesso neoliberal

Reunida nos dias 10 e 11 de abril em São Paulo, a Direção Nacional da CTB aprovou a seguinte resolução:

1- Os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil defrontam-se hoje com uma ofensiva inédita em nossa história contra os direitos e benefícios conquistados ao longo de mais de um século de lutas. O governo Temer, que assumiu no curso de um golpe político travestido de impeachment, está impondo à sociedade um programa de radical restauração neoliberal que atropela a democracia, a soberania nacional e os direitos sociais;

2- Entre as muitas medidas tomadas nesta direção destaca-se a PEC 55, conhecida como a PEC do fim do mundo, que congelou por 20 anos os gastos e investimentos públicos em saúde, educação, infraestrutura, cultura, funcionalismo e ciência e tecnologia, entre outros, para garantir o rigoroso pagamento dos juros extorsivos da dívida pública, que consomem 45% do Orçamento da União. A medida inviabiliza o SUS, compromete a educação pública e o desenvolvimento nacional;

3- Em 31 de março o chefe do governo ilegítimo sancionou a lei que libera a terceirização irrestrita, o que para a classe trabalhadora vai se traduzir concretamente em arrocho dos salários, aumento da jornada, redução de direitos e benefícios, crescimento dos índices de acidentes e doenças profissionais, precarização e fragmentação da representação sindical;

4- O pacote de perversidades não para por aí. Os golpistas também encaminharam ao Congresso Nacional propostas de mudanças da legislação trabalhista e do sistema público de aposentadorias e pensões que ferem mortalmente os interesses e direitos do povo trabalhador;

5- A contrarreforma trabalhista e sindical restaura o projeto neoliberal do tucano FHC que estabelece a prevalência do negociado sobre o legislado e busca estrangular financeiramente o movimento sindical. Permite o aumento da jornada, o fatiamento das férias e possibilita o fim da CLT e confere ao mercado liberdade absoluta para arbitrar as relações entre capital e trabalho. Na Previdência pretende-se fixar a idade mínima de 65 anos para aposentadorias de homens e mulheres, 49 anos de contribuição ininterrupta para receber o benefício integral e outros retrocessos inaceitáveis. O propósito maior é privatizar a Previdência e acabar com o sistema de Seguridade Social;

6- A política externa retroagiu aos tempos da diplomacia dos pés descalços de FHC, realinhando o país à estratégia imperialista dos EUA, que também foram favorecidos com a abertura do pré-sal ao capital estrangeiro, o enfraquecimento da Petrobrás, da indústria e da engenharia nacional, bem como o risco de concessão da Base Aérea de Alcântara no Maranhão;

7- O governo golpista e corrupto não teve o respaldo das urnas, não tem legitimidade e muito menos apoio do povo brasileiro para o seu projeto reacionário. É desaprovado por 90% da população. Em contrapartida, conta com o apoio do Congresso, a cumplicidade do STF e a solidariedade aparentemente irrestrita da mídia burguesa, dos grandes capitalistas, dos banqueiros, dos latifundiários e dos EUA, cujos interesses estão sendo plenamente contemplados por Temer;

8- A resistência ao golpe é crescente. A indignação e revolta da classe trabalhadora e das forças democráticas e progressistas contra a feroz ofensiva neoliberal ficou evidente nas manifestações dos dias 8, 15 e 31 de março, que superaram as expectativas das centrais e dos movimentos sociais, alteraram opiniões no Parlamento e levaram Temer a dar provas de fragilidade e desespero ao anunciar recuos em pontos relevantes da contrarreforma das aposentadorias. Cumpre destacar o firme posicionamento da CNBB conclamando os fiéis a se mobilizarem e lutarem em defesa dos direitos sociais e humanos que vêm sendo golpeados;

9- É hora de intensificar o trabalho de conscientização e mobilização das bases, realizando no curso deste mês de abril uma agenda diária de debates com as bases nos locais de trabalho, convencimento popular nas feiras, terminais, bairros, portos e aeroportos, bem como de pressão sobre os parlamentares e governos. Este esforço deve garantir o sucesso da greve geral convocada pelas centrais sindicais para 28 de abril, bem como a realização de manifestações unitárias e massivas no 1º de Maio sob a bandeira do Fora Temer e Diretas Já;

10- Outro momento importante na vida da CTB este ano, que exige empenho da militância classista, será a realização do 4º Congresso Nacional, em agosto, na Bahia;

11- A CTB repudia os bombardeios covardes contra a Síria praticados recentemente pelos EUA. É mais uma agressão unilateral à soberania de uma nação árabe, feita à margem da ONU e do Direito Internacional, justificada pela acusação de que o governo sírio teria usado armas químicas na guerra civil em curso naquele país, alegação desmentida pela Síria e Rússia, que atribuem o crime aos terroristas financiados por Washington e seus aliados no Oriente Médio. Não custa lembrar que a mentira é um recurso recorrente usado pelos imperialistas para encobrir suas infâmias e barbaridades. Foi assim na guerra contra o Vietnã e mais recentemente contra o Iraque e a Líbia;

12- As agressões e ameaças dos EUA contra a Síria e a Coreia do Norte estão colocando o mundo perigosamente às portas de uma terceira guerra mundial. Nestas condições, a luta pela paz mundial ganha enorme relevância. A CTB reitera a defesa de uma nova ordem mundial, sem hegemonias e sem imperialismo, bem como da soberania dos povos e do socialismo.

São Paulo, 11 de abril de 2017

Direção Nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

Câmara Federal aprova terceirização e fragiliza relações de trabalho

   

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