Senadores brasileiros vão novamente à Venezuela, desta vez sem provocações

Uma nova comitiva de senadores brasileiros embarca para a Venezuela nesta quarta-feira (24) para se reunir com representantes do governo e da oposição. Parlamentares oposicionistas foram convidados, mas se negaram a integrar a comitiva. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que faz parte desta comitiva, disse que o primeiro o objetivo é fazer o que a outra comitiva não fez.

Agência Senado

“Vamos procurar dar um equilíbrio e manter diálogo com todos”, anunciou a senadora,  

“Vamos procurar dar um equilíbrio e manter diálogo com todos”, anunciou a senadora,

“A outra foi muito mais para um ato de provocação do que uma tentativa de intermediação. Foi cumprir uma agenda político-partidária e não para representar o Senado”, avalia a senadora, anunciando a agenda que será cumprida por essa comitiva, de visita ao Ministério Público, de conversa com as esposas dos presos acusados de tentar desestabilizar o governo e com as mães vítimas das pessoas que morreram nos atos violentos e de audiência no Parlamento e com o presidente do Poder legislativo venezuelano.

“Vamos procurar dar um equilíbrio e manter diálogo com todos”, anunciou a senadora, criticando a forma como a outra comitiva conduziu a visita ao país vizinho.

“Foi um grande erro ter aprovado o requerimento da forma que aprovou, mas tendo sido aprovado, deveria ter sido feito uma comissão mista porque daria equilíbrio. Fizeram comissão do jeito deles, exigiram avião da FAB e foram lá para provocar o governo”, denuncia a parlamentar.

Ela rechaçou, com veemência, a ideia de que haja crise diplomática entre os dois países. “Não existe crise diplomática, o que existe é uma tentativa da oposição de criar uma crise diplomática a partir das ações da oposição no Brasil e na Venezuela.”

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que também fará parte desta comitiva, também falou sobre o cuidado e o equilíbrio que deve pautar a visita dos senadores ao país vizinho. Lindbergh lembrou que a Venezuela vive um momento delicado e afirmou que os senadores tiveram um “papel incendiário” em vez de diplomático ao fazer aliança prioritária com “os setores golpistas e mais extremados daquele país”.

Também fazem parte dessa comitiva os senadores Roberto Requião (PMDB-PR) e Telmário Mota (PDT-RR)

Do Portal Vermelho
De Brasília, Márcia Xavier

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