1º de Maio: Centrais constroem grande Ato de luta contra PL 4330

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Sob o impacto das decisões tomadas na Câmara dos Deputados na noite da quarta-feira (22), as centrais sindicais e os movimentos sociais já se preparam para o grande ato de celebração do 1º de maio, o Dia Mundial do Trabalhador, que este ano será celebrado em todos os estados brasileiros como um Dia Nacional de Lutas e Paralisações em defesa da democracia, da Petrobras, dos direitos sociais e trabalhistas, da soberania e pela reforma política democrática, com o fim do financiamento empresarial de campanha eleitoral.

Mais do que nunca, o propósito deste 1º de maio é unir as centrais sindicais, movimentos sociais e a esquerda progressista em uma única luta, caminhando para um movimento mais amplo, de greve geral contra o trabalho precário, a desregulamentação da CLT e a derrota do PL da terceirização desenfreada na Câmara dos Deputados — episódio compreendido pelo presidente da CTB, Adilson Araújo, como um assalto à classe trabalhadora e ao povo brasileiro.

“O que se viu na Câmara foi um atentado à democracia, ao direito do trabalho e à CLT. O parlamento acabou de rasgar a carteira de trabalho em um ato de traição a 50 milhões de famiílias brasileiras”, disse ele.

A festa do trabalhador irá reunir bandeiras importantes do mundo do trabalho e dos movimentos populares, entre elas, o repúdio ao PL 4330 e o combate à nova tentativa dos setores mais reacionários da sociedade brasileira de aprovarem a redução da maioridade penal. Em São Paulo, a comemoração será no Vale do Anhangabaú, região central, e terá início às 10 horas com um ato ecumênico, ao qual se seguirá o ato político com a participação de dirigentes sindicais, líderes partidários e representantes dos movimentos sociais.

À tarde, a partir das 13 horas se inicia o ato cultural, com shows de diversos artistas, entre eles Rappin Hood, Thobias da Vai Vai, Leci Brandão e Alceu Valença. “Este ano, os trabalhadores vão comemorar fazendo do 1º de maio o seu ato de luta!”, diz o diretor executivo da CTB, Eduardo Navarro.

E, de fato, a data este ano vem carregada de simbolismo, uma vez que paira perigosamente no ar a ameaça de perda de direitos constitucionalmente assegurados, caso sejam aprovadosno Senado as nefastas mudanças propostas pelo PL4330 e suas emendas, votadas e aprovadas a toque de caixa na Câmara, e que o tornaram ainda mais lesivo aos trabalhadores.

Portal CTB 

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