Archive | agosto 2013

Petroleiros promovem mobilização em Mossoró e paralisação em Guamaré

Movimento reafirma a pauta unitária da classe trabalhadora e repudia o Projeto de Lei 4330

destaque

Foto: Graziella Souza

O Dia Nacional de Luta e Paralisações, realizado nesta sexta-feira, 30, também contou com a participação da categoria petroleira norte-rio-grandense. Organizado pelas centrais sindicais e por diversas entidades dos movimentos sociais, as mobilizações tiveram por objetivo reafirmar a pauta unitária da classe trabalhadora junto ao governo federal e ao congresso nacional, e repudiar o Projeto de Lei 4330, que escancara a terceirização no país.

Em Mossoró, no período da manhã, conjuntamente com trabalhadores de outras categorias profissionais, os petroleiros realizaram uma caminhada e um ato político, em frente a UPA do bairro Belo Horizonte. No trajeto, os participantes buscaram esclarecer à população sobre as consequências nefastas de uma eventual aprovação do Projeto de Lei 4330, também chamado de “PL da Escravidão”.

Já, em Guamaré, o movimento teve início à zero hora de hoje e prossegue durante todo o dia, até às 18h00. As principais vias de acesso ao Terminal Industrial foram bloqueadas, e os diretores do SINDIPETRO-RN comunicaram aos trabalhadores que não haveria expediente. Aos motoristas dos caminhões carregados de combustíveis foi avisado que a saída não seria permitida, pois a categoria estava lutando por reivindicações do interesse de todos, especialmente, pelo fim do PL 4330.

Escravidão – Com a justificativa de regulamentar a terceirização no país, o texto do PL 4330, de autoria do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), não passa de uma grande enganação. Para o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Paulo Luiz Schmidt, a proposta “precariza” os direitos dos trabalhadores, e é “uma grave ameaça ao Direito do Trabalho”.

Na prática, Paulo Schimidt diz que o projeto “dilui a responsabilidade do empregador, acaba com a identidade das categorias profissionais e mitiga conquistas e garantias hoje consolidadas, apontando para um caminho em direção ao passado, à escuridão social”.

Pauta – A pauta unitária da classe trabalhadora, reafirmada nas manifestações realizadas nesta sexta-feira, engloba as seguintes reivindicações: fim do Fator Previdenciário; arquivamento do PL 4330; redução da jornada de trabalho para 40h semanais; reforma agrária; reajuste digno para as aposentadorias; transporte público de qualidade; mais investimentos públicos na saúde e na educação; e o fim dos leilões do petróleo.

Fonte: Site do Sindipetro/RN

Para Correios, invasão de prédio por parte da FENTECT rompe negociações com trabalhadores

APÓS A INVASÃO DO EDIFÍCIO SEDE DOS CORREIOS, EM BRASÍLIA, NA MANHÃ DE HOJE (30), POR MANIFESTANTES LIGADOS À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES DA EMPRESA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS (FENTECT), A DIRETORIA DA ECT AFIRMOU QUE O ATO REPRESENTA UMA “RUPTURA NAS NEGOCIAÇÕES” DE REAJUSTE SALARIAL, QUE ESTAVAM EM CURSO COM OS EMPREGADOS

Após a invasão do edifício sede dos Correios, em Brasília, na manhã de hoje (30), por manifestantes ligados à Federação Nacional dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos (Fentect), a diretoria da ECT afirmou que o ato representa uma “ruptura nas negociações” de reajuste salarial, que estavam em curso com os empregados. Segundo o vice-presidente jurídico dos Correios, Cleucio Santos Nunes, a empresa foi surpreendida pelos trabalhadores.

“Os Correios estão na fase de negociação do acordo coletivo de trabalho; as negociações estão no início, o clima estava absolutamente tranquilo, a empresa apresentou sua proposta e fomos surpreendidos com a invasão do prédio”, disse Nunes. Segundo ele, a empresa analisa o pedido de reajuste salarial dos trabalhadores e deverá apresentar a sua proposta na semana que vem;

Os trabalhadores pedem aumento real de 15%, reposição da inflação de 7,13% e de 20% de perdas salariais. Outras reivindicações são a entrega de correspondências pela manhã em todo o país e a jornada de seis horas para os atendentes. Os trabalhadores marcaram uma paralisação para o dia 17 de setembro, se não houver acordo com a empresa até lá.

O secretário de Finanças da Fentect, José Rivaldo da Silva, disse que a manifestação foi resultado da demora da empresa em apresentar uma proposta aos trabalhadores. “A empresa só enrola, e até agora não apresentou nada”, disse. Ele também avalia que, com a política do governo federal de não dar reajustes com ganho real para os trabalhadores, a ECT está sem mobilidade para negociar.

Segundo Silva, há uma divisão entre os trabalhadores, dificultando as negociações com a empresa. Ele diz que os Correios preferem negociar com a Federação Interestadual dos Sindicatos de Trabalhadores dos Correios (Findect). “Queremos forçar uma negociação de fato com quem sempre negociou com a ECT. Há mais de 23 anos negociamos e assinamos acordos coletivos todos os anos com a empresa”, disse o representante da Fentect.

Segundo os Correios, o impacto econômico da pauta da Fentect chega a R$ 31,4 bilhões, o que representa mais do que o dobro da previsão de receita da empresa para este ano.

 

Chuva não impede manifestação da Semana Nacional de Paralisações em Natal

Por: Portal JH

Centrais sindicais levam pessoas às ruas em protesto por melhorias nos serviços públicos e direitos trabalhistas. Foto: Wellington Rocha

Centrais sindicais levam pessoas às ruas em protesto por melhorias nos serviços públicos e direitos trabalhistas. Foto: Wellington Rocha

As 20 mil pessoas aguardadas para a grande manifestação de hoje, em ação da Semana Nacional de Paralisações, certamente ficaram constrangidas com a forte chuva que caiu na capital potiguar. Entretanto, a mesma chuva não impediu que o ato acontecesse, levando centenas de pessoas a caminharem pelas ruas de Natal. O protesto, coordenado pelas centrais sindicais, reforçou melhorias nos serviços públicos e garantia de direitos trabalhistas. Profissionais da Saúde, Movimento Passe Livre, Revolta do Busão, Movimento dos Sem Terra (MST) e servidores da Administração Indireta do Governo do Estado também participaram da mobilização.

Diferente das últimas manifestações que ocuparam principais avenidas da capital, a desta sexta-feira fez um trajeto menor, saindo da Praça Gentil Ferreira, no Alecrim, até à Praça 7 de Setembro, na Cidade Alta. Ainda na concentração da manifestação, foi possível observar transtorno no trânsito, que permaneceu lento durante toda a manhã ao longo das avenidas Coronel Estevam e Presidente Bandeira.

Entre os gritos de ordem daqueles que participavam do ato, diversos motoristas perderam a paciência pelo fato de alguns manifestantes quererem bloquear as ruas. No início do protesto, o clima ficou tenso entre um motorista e um jovem da Revolta do Busão, que chegou a ser ameaçado de levar um tiro, caso continuasse bloqueando o trânsito e desrespeitando a o direito passagem desse motorista.

Para o presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Indireta do RN (Sinai), Santino Arruda, independente de pequenos transtornos e da chuva, a intenção do grande ato era fazer a caminhada e chamar a atenção da população para o cenário de crise que existe no Brasil, no RN e em Natal.

“Os serviços públicos estão destruídos. A terceirização, caso seja aprovada no congresso, irá aprofundar essa crise. O fator previdenciário une trabalhadores do setor privado e o Governo Federal não está aberto para discussões sobre isso. Portanto, cabe a nós, trabalhadores, fazer esse debate com a sociedade”, avaliou Santino. “Penso que essa data de hoje é muito importante, embora seja observada uma menor participação das pessoas em função da chuva”.

O presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Moacir Soares, afirmou que o país passa por um momento muito oportuno para que o povo seja ouvido. “A chuva realmente atrapalhou, mas nossa bandeira de luta, chovendo ou fazendo sol, não pode deixar de ser levantada. Os trabalhadores e população em geral estão aqui hoje para serem ouvidos e com certeza serão”, disse.

Uma equipe de coordenação das centrais sindicais está se organizando para agendar horário com deputados na Assembleia Legislativa, para buscar apoio na discussão sobre a precarização dos serviços públicos. “Não podemos permitir que haja perdas nos direitos trabalhistas. Estamos nos sentindo ameaçados com a possibilidade de aprovação desse projeto que busca a regularização da terceirização no Brasil. Com isso levantamos preocupações, uma vez que a terceirização passa cada vez mais por evolução”, destaca Moacir.

Saúde

Os servidores em greve ligados à Secretaria de Estado da Saúde Público também participaram da manifestação na manhã de hoje. Os profissionais estiveram divididos entre o ato, reunião com o Secretário de Saúde Luiz Roberto Fonseca e o acampamento na residência oficial da governadora Rosalba Ciarlini.

Segundo Suetônia Cardoso, membro da diretoria do Sindsaúde, toda a categoria está na perspectiva pelo fim da greve na saúde, mas para isso é preciso que as negociações sejam positivas. “Parte da diretoria está reunida com o secretário e nós estamos aguardando boas respostas”, afirmou. Segundo a diretora, na próxima terça-feira (3), o sindicato irá se reunir com uma comissão de deputados estaduais para pedir apoio nas reivindicações.

De forma pacífica, centrais sindicais protestam nas ruas de Natal

Ato do dia 30Pacífico e debaixo de chuva, o “Dia Nacional de Mobilização e Paralisação” promovido pelas centrais sindicais em Natal, nesta sexta-feira (30), posicionou-se contra o fim do fator previdenciário, que reduz o valor da aposentadoria dos trabalhadores celetistas e a aprovação, no Congresso Nacional, do projeto de lei nº 4330, que regulamenta a terceirização a prestação de serviços e de mão-de-obra no país. Durante toda a manifestação, não foram registrados incidentes.

Centrais sindicais realizaram mobilização nesta sexta-feira
A deputada federal Fátima Bezerra (PT-RN) esteve no ato público no fim da manhã, na rua Ulysses Caldas, em frente à Prefeitura do Natal, e ao falar para os trabalhadores e sindicalistas, admitia que não vai ser fácil derrubar a proposta de terceirização do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), que tramita há quase 13 anos na Câmara dos Deputados. “Não dá para confiar nesse Congresso que está ai”, disse a deputada.
Fátima Bezerra disse para os manifestantes que a maioria dos atuais congressistas brasileiros, independentemente de integrarem as bancadas da situação ou da oposição, “não tem compromisso com a agenda dos trabalhadores na Câmara Federal e no Senado da República”.
Segundo a deputada, exemplos não faltam em relação a projetos de interesse dos trabalhadores, mas que enfrentam lobby classista há muitos anos sem passarem por aprovação no parlamento brasileiro, como é o caso da redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas, sem a diminuição dos salários dos trabalhadores.
Outro exemplo dado por ela, é a votação do  Plano Nacional de Educação (PNE), “que não se consegue obter a aprovação”. As centrais sindicais criticam o projeto que regulamente o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes, foi aprovado em junho de 2011 na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público e deve voltar à discussão a partir de quarta-feira (3) na Comissão de Constituição e Justiça, da Câmara Federal, com base em estudos do Dieese, o qual aponta que o trabalhador terceirizado recebe salário 27% menor que o contratado diretamente, tem jornada semanal de três horas a mais, permanece 2,6 anos a menos no emprego, e sua rotatividade é mais do que o dobro (44,9% contra 22%). Além disso, aponta o Dieese, a cada 10 acidentes de trabalho, oito acontecem entre os terceirizados.
O presidente da seção regional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras  do Brasil (CTB), Moacir Soares, disse que vai viajar para Brasília, assim como o presidente da Força Sindical no Rio Grande do Norte, José Antonio de Souza, para se juntarem aos dirigentes sindicais que estarão na Câmara pressionando os deputados para votarem contra o projeto da terceirização.
Em relação ao  fator previdenciário, as centrais sindicais aguardam o fim do prazo de 60 dias estabelecido pelo governo federal no dia 31 de agosto, para apresentação de uma proposta formal sobre o fim do fator.
Pauta de reivindicação das centrais sindicais
-Jornada de trabalho de 40 horas semanais sem diminuição dos salários.
-Fim do  fator previdenciário.
-10% do  PIB para a educação.
-10% do  PIB para a saúde.
-Transporte público de qualidade.
-Reforma agrária
-Valorização dos aposentados.
-Suspensão dos leilões do petróleo.
-Contra a PL 4330

Fonte: Tribuna do Norte

Centrais mobilizam milhares de pessoas em manifestação nas ruas de Natal nesta quinta-feira

As diversas lideranças sindicais que estão mobilizando a classe trabalhadora para o ato de Paralisação Nacional na manhã desta quinta-feira, nos bairros do Alecrim, Ribeira e Cidade Alta, esperam a adesão de aproximadamente 20 mil pessoas.

Sindicato de todas as áreas e serviços da capital potiguar e do Rio Grande do Norte querem reviver o grande protesto que ocorreu no mês de junho em todo o país, reforçando os serviços públicos reprimidos para acesso e utilização da população, como educação, saúde, segurança e transporte público, além de reforçar os direitos dos trabalhadores.

protestos natal
A concentração do movimento começou às 8h30, na Praça Gentil Ferreira (Praça do Relógio), no Alecrim, devendo percorrer toda a avenida Rio Branco e finalizando em frente à Assembleia Legislativa. Moacir Soares, presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), afirmou que “é muito importante a grande adesão da população”, de modo a demonstrar que a população, mesmo divergindo ideologicamente, deve se unir politicamente em busca dos direitos.

“Estamos nos sentindo ameaçados com a possibilidade de aprovação desse projeto que busca a regularização da terceirização no Brasil. Com isso, levantamos preocupações, uma vez que a terceirização passa cada vez mais por evolução, ameaçando as pessoas que estudam para ocupar cargos públicos. A terceirização leva a precariedade dos serviços e não podemos permitir isso”, afirmou Moacir.

“Além disso, vamos também cobrar mais força da população por melhores condições de investimento na educação, saúde, transporte público e segurança das pessoas. Não há coisa que assuste mais político do que o povo na rua”, disse o presidente da CTB.

Participam os servidores da Educação (Sinte/RN); servidores da Saúde (Sindsaúde); permissionários do sistema público de transporte (Sitoparn); rodoviários (Sintro); funcionários técnico-administrativos da UFRN (Sintest); servidores da administração indireta do Governo do Estado (Sinai) e representantes do Movimento Passe Livre e da Revolta do Busão.

 

Portal CTB com agências

Centrais sindicais esperam 20 mil pessoas amanhã em manifestação nas ruas de Natal

Por: Carolina Souza

Ato da Semana Nacional de Paralisação acontecerá em todos os estados brasileiros nesta 6ª feira. Foto: Caninde Santos

Ato da Semana Nacional de Paralisação acontecerá em todos os estados brasileiros nesta 6ª feira.

Foto: Caninde Santos

As diversas lideranças sindicais que estão mobilizando a classe trabalhadora para o ato de Paralisação Nacional a ser realizado amanhã (30), nos bairros do Alecrim, Ribeira e Cidade Alta, esperam a adesão de aproximadamente 20 mil pessoas. Sindicato de todas as áreas e serviços da capital potiguar e do Rio Grande do Norte querem reviver o grande protesto que ocorreu no mês de junho em todo o país, reforçando os serviços públicos reprimidos para acesso e utilização da população, como educação, saúde, segurança e transporte público, além de reforçar os direitos dos trabalhadores.

José Rodrigues Sobrinho, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), afirmou que o objetivo do grande ato será mostrar a indignação dos servidores com o descumprimento dos direitos das categorias, principalmente no que diz respeito à promoção das terceirizações. “É um desrespeito aos servidores públicos e àqueles que sonham em ser um dia. No Brasil, quem manda é o empresariado, que tem grande força na Câmara dos Deputados e no Senado. Por isso, estamos lutando contra essa involução das terceirizações”, disse.

A concentração do movimento acontecerá a partir das 8h30, na Praça Gentil Ferreira (Praça do Relógio), no Alecrim, devendo percorrer toda a avenida Rio Branco e finalizando em frente à Assembleia Legislativa. Moacir Soares, presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), afirmou que “é muito importante a grande adesão da população”, de modo a demonstrar que a população, mesmo divergindo ideologicamente, deve se unir politicamente em busca dos direitos.

“Estamos nos sentindo ameaçados com a possibilidade de aprovação desse projeto que busca a regularização da terceirização no Brasil. Com isso, levantamos preocupações, uma vez que a terceirização passa cada vez mais por evolução, ameaçando as pessoas que estudam para ocupar cargos públicos. A terceirização leva a precariedade dos serviços e não podemos permitir isso”, afirmou Moacir.
“Além disso, vamos também cobrar mais força da população por melhores condições de investimento na educação, saúde, transporte público e segurança das pessoas. Não há coisa que assuste mais político do que o povo na rua”, disse o presidente da CTB.

Já confirmaram participação no ato os servidores da Educação (Sinte/RN); servidores da Saúde (Sindsaúde); permissionários do sistema público de transporte (Sitoparn); rodoviários (Sintro); funcionários técnico-administrativos da UFRN (Sintest); servidores da administração indireta do Governo do Estado (Sinai) e representantes do Movimento Passe Livre e da Revolta do Busão.

A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) já está se preparando para realizar os desvios nas ruas, de modo a não prejudicar o trânsito na cidade. As frotas de ônibus e do transporte alternativo não deverão parar durante a mobilização, apesar dos sindicatos alegarem que parte de seus funcionários participarão do movimento.

 Fonte: Jornal de Hoje

FINDECT realiza reunião com a ECT do ACT/2013/2014, nesta quarta-feira, dia 28/08/2013

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Nesta quarta-feira, 28 de Agosto, ocorreu mais um encontro entre os representantes da ECT e a FINDECT. O encontro se iniciou às nove horas da manhã com a presença dos companheiros Gandara (SINDECTEB), Diviza (SINTECT-SP), Ronaldão (SINTECT-RJ), Rufino (SINTECT-TO), Moacir (SINTECT-RN) e Valdinez (SINTECT-RO).

O teve início com as discussões da licença adoção e os reembolsos de creche e babá. Diante da nova realidade social que não se estrutura mais em cima de modelos rígidos de um passado pouco compreensivo, a FINDECT requisitou a extensão destes benefícios aos casais homoafetivos. O benefício não deve ficar atrelado a preconceitos.

ASSISTÊNCIA MÉDICA

Sobre a assistência médica e odontológica, a ECT bate o pé em aceitar críticas à atual situação do plano. A FINDECT insiste na manutenção dos planos aos moldes atuais. Não serão aceitas mudanças que prejudiquem o serviço, somente aquelas que possam melhorar as condições do benefício. A Empresa precisa entender que as preocupações dos funcionários são frequentes. Diante do desrespeito visto na PLR e os absurdos do POSTALIS, fica claro o por quê da preocupação da representatividade sindical e de todos os trabalhadores. Os companheiros querem segurança para o futuro e garantia de qualidade nos serviços. Diante da empresa pública que remunera de forma mais escassa seus funcionários, é de se compreender as críticas à qualquer atitude que possa prejudicar o plano de saúde. O trabalhador depende dele e ele deve ser uma garantia com os melhores benefícios que a empresa puder assegurar. A FINDECT requisitou a extensão da cobertura do plano para dependentes aposentados, mas a Empresa insiste em recusar tal pedido, inclusive chegando a propor apenas auxílio para os dependentes portadores de deficiência.

VALE CULTURA

Durante a reunião, a Federação pleiteou a inclusão do vale cultura no Acordo, uma vez que o Governo Federal regulamentou tal benefício.

VALE TRANSPORTE, ALIMENTAÇÃO E CESTA BÁSICA

A FINDECT pediu ainda a revisão dos valores da Vale Transporte, Alimentação e Cesta básica. Os estudos realizados pela DIEESE foram de extrema importância para que os diretores negociassem um valor que siga o mercado brasileiro e suas realidades econômicas.

A diretoria da Federação e a ECT voltam a se reunir na próxima terça-feira, dia 03 de Setembro.

Confira aqui a Ata da Reunião desta quarta-feira

 
Fonte: Findect
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