Archive | 27/03/2012

Alimentos: As mulheres e as frutas. rsrsrsr…

– Publicado por Robson Pires – 

 

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Petistas descontentes com Dilma lançam o ”volta Lula”

– Publicado por Robson Pires,

 

Petistas ligados à facção Construindo um Novo Brasil (CNB), que é majoritária no Partido dos Trabalhadores, planejam lançar logo após as eleições municipais de outubro o movimento ‘Volta, Lula’, cujo objetivo é construir a candidatura do ex-presidente a um terceiro mandato. O movimento será lançado somente no final do ano para não atrapalhar as eleições municipais, nem o tratamento de Lula contra o câncer.

Entusiasta do movimento “Volta, Lula”, ex-líder do governo na Câmara Cândido Vaccarezza (PT-SP) contou a novidade à cúpula do PMDB. Articuladores acham que o movimento “Volta, Lula” deverá crescer muito, no rastro da insatisfação dos aliados com o governo Dilma. A facção CNB, desgostosa com o jeito Dilma de governar, é liderada pelo ex-presidente Lula e seu ex-chefe da Casa Civil José Dirceu

 

Fonte: Blog do Robson Pires

Ele ou ela? Candidata a Miss Universo é desclassificada por ter nascido homem

– Publicado por Robson Pires,

 

A bela Jenna Talackova foi desclassificada do concurso Miss Universo por ter nascido homem. A candidata de 23 anos foi convidada a deixar o concurso do Miss Universo Canadá depois que os jurados descobriram a origem dela.

Jenna começou o tratamento com hormônios, para mudar de sexo, com 14 anos. E foi submetida à cirurgia em 2010.

– Tudo o que eu posso dizer é que eles me desclassificaram porque eu não nasci “naturalmente” – disse a canadense, em entrevista ao Vancouver Sun.

O blogue comenta: com uns peitões desse tamanho ela engana nós tudim, né não? O negócio é passar a mão logo lá embaixo. Ô susto grande! Sai fora! rsrsrsrs…

 

Fonte: Blog do Robson Pires

Juíza casa com outra mulher

 É o primeiro caso no Brasil em que uma magistrada assume sua relação homoafetiva. Sônia Maria Mazzetto Moroso, da 1ª Vara Criminal de Itajaí (SC), casou com a servidora municipal Lilian Regina Terres.

FHC vê Lula e reencontra parte do seu passado

 

 

 

Os caminhos da política são mesmo tortuosos. Afinidades jucundas por vezes se perdem nas curvas. Vagueiam na contramão durante anos a fio. Quando se imagina que tomaram rumos opostos, se reencontram nos arredores do fim do túnel.

Nesta terça (27), a poucos dias de realizar os exames que atestarão se está mesmo livre do  tumor que lhe invadiu a laringe, Lula recebeu a visita de Fernando Henrique Cardoso. Reencontraram-se nas dependências do Hospital Sírio Libanês.

A cena hospitalar como que espana a poeira que recobre o passado escondido nos fundões da memória. Açula a lembrança do apoio do sindicalista Lula, em 1978, ao intelectual FHC, às voltas com sua primeira campanha ao Senado.

O suplente de FHC, o advogado Maurício Soares, vinha do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Juntos com Lula, distribuíam panfletos numa Kombi do sindicato. Nas portas de fábrica, o sindicalista apresentava o intelectual à peãozada.

Nessa época, FHC e Lula dividiam conjecturas sobre a constituição de um partido socialista. Chegaram à primeira encruzilhada. Um preferiu alinhar-se à esquerda do velho MDB. O outro foi fundar o PT.

A opção por caminhos diferentes não bloqueou a amizade. Já no ano seguinte, o intelectual voltaria ao território do sindicalista para solidarizar-se com a primeira grande greve dos tempos da ditadura militar.

Preso em 1980, Lula receberia a visita de FHC. No dia do julgamento pelos militares, o intelectual abraçaria o sindicalista no tribunal. Voltariam a posar sob refletores nos comícios pela volta das eleições diretas.

No colégio eleitoral que elegeu Tancredo Neves, separaram-se. Juntaram-se num palanque de segundo turno –Lula X Collor. Achegaram-se novamente nas articulações que levaram ao impeachment de Collor.

A partir daí, tomaram vias paralelas. Trocaram farpas nas duas campanhas presidenciais em que FHC prevaleceu sobre Lula, em 1994 e 1998. A transição de 2002 para 2003, por civilizada, teve a aparência de um novo reencontro. Engano.

Lula pespegou na gestão de FHC o selo de “herança maldita”. Desde então, puseram-se a derrapar nas curvas de uma oratória radioativa, impregnada de expressões tóxicas.

Foi preciso um tumor para reaproximá-los. Ao olhar para Lula, FHC deve ter enxergado um espelho que reflete pedaços de sua própria história. No fundo dos olhos de FHC, Lula talvez tenha avistado uma parceria que a política conspurcou.

Logo estarão, de novo, em campos opostos. Lula a defender Fernando Haddad, o candidato que fabricou em São Paulo. FHC a advogar a causa de José Serra, o candidato que o tucanato escolheu para defender a cidadela de São Paulo da hegemonia do petismo. São mesmo tortuosos os caminhos da política.

 

Fonte: Portal Uol

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